


O Instituto de Amêndoas de Moçambique (IAM, IP) reuniu, a 8 de maio, em Nampula, técnicos de extensão da província para apresentar o Programa de Desenvolvimento da Cadeia de Valor do Caju (PDC 2025-2034) — um plano decenal que prevê mudanças estruturais no sector cajuícola e que abrangerá 109 distritos em todo o país.
O encontro foi dirigida pela directora dos Serviços Centrais de Desenvolvimento de Produção de Amêndoas (SDEPA), Feliza Macome, e contou com a participação do chefe do Departamento Central de Protecção de Plantas e Biotecnologia, Mateus Come, e do delegado provincial, Júlio Langa.
Na sua explanação a Directora do SDEPA, Feliza Macome explicou que o PDC 2025-2034 será implementado em 109 distritos do país, 20 dos quais na província de Nampula considerada o berço da cultura do caju em Moçambique, neste contexto apelou aos técnicos maior comprometimento e responsabilidade dos técnicos na implementação do plano, sublinhando o papel central de Nampula enquanto província de maior produção no país.
O Eng.º Mateus Come, chefe do Departamento Central de Protecção de Plantas e Biotecnologia afirmou que o objectivo do programa é promover o desenvolvimento sustentável da cadeia de valor do caju em todo o país. O novo programa introduz alterações no modelo de actuação do IAM, IP em duas áreas: Produção de mudas: as infra-estruturas passam para o sector privado, ficando o IAM, IP responsável pela monitoria, assistência técnica e fiscalização e Maneio integrado do caju: o fornecimento de produtos químicos aos provedores deixa de ser feito pelo instituto e passa a ser da responsabilidade do sector privado.
O IAM, IP, no âmbito do PDC 2025-2034 vai manter coordenação com agrodealers, provedores de serviços de pulverização, poda e reparação de atomizadores, bem como produtores, comerciantes, processadores, exportadores e instituições académicas.
